terça-feira, 2 de outubro de 2012
sexta-feira, 8 de junho de 2012
ORIGEM DA FESTA JUNINA
Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira
explica que surgiu em função das festividades que ocorrem durante o mês de junho.
Outra versão diz que esta festa tem origem em países católicos da Europa e,
portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de
Joanina.
De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o
Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil
foi colonizado e governado por Portugal).
Nesta época, havia uma
grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e
franceses. Da França veio
a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil,
influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de
artifício veio da China,
região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de
fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em
Portugal e na Espanha.
Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo,
misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus)
nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma
delas.
Festas Juninas no Nordeste
Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região Nordeste as
festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer
homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como
é uma região onde a seca é um
problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as
chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.
Além de alegrar o povo da região, as festas representam um
importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas
para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e
geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de
brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e
norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas
festas.
Comidas típicas
Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte
dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste
alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho
são apenas alguns exemplos.
Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.
Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.
Tradições
As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é
marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de
quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em
função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que
representam.
No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros.
Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas
casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de
comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.
Já na região Sudeste são tradicionais a realização de quermesses.
Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e
empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os
visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a
quermesse.
Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns
as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as
igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o
pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca
ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer
deste pão.
MÃES MÁS
Um dia, quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes:
– Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.
Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer vocês saberem que aquele novo amigo não era boa companhia.
- Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: "Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar".
- Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto a vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
- Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
- Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade por suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em momentos até odiaram). Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.
Estou contente, venci... Porque no final vocês venceram também!
E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer:
"Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo..."
– As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos e torradas.
As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvete no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas.
E ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão.
Ela insistia em saber onde estávamos a toda hora (tocava nosso celular de madrugada e "fuçava" nos nossos e-mails).
Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles.
Insistia que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela violava as leis do trabalho infantil. Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho, que achávamos cruéis.
Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.
Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.
E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos.
A nossa vida era mesmo chata. Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos, tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer.
Enquanto todos podiam voltar tarde à noite, com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar).
Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência: nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por qualquer crime.
FOI TUDO POR CAUSA DELA.
Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos "PAIS MAUS", como minha mãe foi.
EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE: NÃO HÁ SUFICIENTES MÃES MÁS.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
15 DE NOVEMBRO PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA
Em 15 de novembro de 1889 foi proclamada
a república do Brasil.
Na época, o país era governado por D. Pedro
II e passava por grandes problemas, em razão
da abolição da escravidão, em 1888.
Como os negros não trabalhavam mais nas
lavouras, os imigrantes começaram a ocupa
r seus lugares, plantando e colhendo, mas
cobravam pelos trabalhos realizados, o que
gerou insatisfação nos proprietários de terras.
As perdas também foram grandes para os
coronéis, pois haviam gasto uma enorme
quantidade de dinheiro, investindo nos
escravos e o governo, após a abolição,
não pagou nenhuma indenização aos
mesmos.
A guerra do Paraguai (1864 a 1870) também
ajudou na luta contra o regime monárquico
no Brasil. Soldados brasileiros se aliaram
aos exércitos do Uruguai e da Argentina,
recebendo orientações para implantarem
a república no Brasil.
Os movimentos republicanos também já
aconteciam no país, a imprensa trazia
politização à população civil, para lutarem
pela libertação do país dos domínios de
Portugal. Com isso, vários partidos teriam
sido criados, desde 1870.
A Igreja também teve sua participação para
que a república do Brasil fosse proclamada.
Dois bispos foram nomeados para acatarem
as ordens de D. Pedro II, tornando-se seus
subordinados, mas não aceitaram tais imposições.
Com isso, foram punidos com pena de prisão
, levando a igreja a ir contra o governo.
Com as tensões aquecendo o mandato de
D. Pedro II, o mesmo dirigiu-se com sua
família para a cidade de Petrópolis, também
no estado do Rio de Janeiro.
Porém seu afastamento não foi nada favorável,
fez com que fosse posto em prática um golpe
militar, onde o Marechal Deodoro da Fonseca
conspirava a derrubada de D. Pedro II.
Boatos de que os responsáveis pelo plano
seriam presos fizeram com que a armada
acontecesse, recebendo o apoio de mais
de seiscentos soldados.
No dia 15 de novembro de 1889, ao passar
pela Praça da Aclamação, o Marechal,
com espada em punho, declarou que a
partir daquela data o país seria uma república.
Dom Pedro II recebeu a notícia de que seu
governo havia sido derrubado e um decreto
o expulsava do país, juntamente com sua
família. Dias depois, voltaram a Portugal.
Para governar o Brasil República, os
responsáveis pela conspiração montaram
um governo provisório, mas o Marechal
Deodoro da Fonseca permaneceu como
presidente do país. Ru
i Barbosa, Benjamin Constant, Campos
Sales e outros, foram escolhidos para
formar os ministérios.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
OS 10 MADAMENTOS DO EDUCADOR
1. Amarás a aprendizagem
sobre todas as coisas e os alunos
como a ti mesmo.
2. Não dirás nem tomarás
a palavra utopia em vão.
3. Não ignorarás as tecnologias
da informação s da comunicação
nem os modos de agir na
Sociedade do Conhecimento.
4. Horarás o mundo real e,
principalmente, o realismo.
5. Não matarás as esperanças
de todo o país.
6. Não prestarás atenção ás
falsas ou injustas insinuações
do mercado e da política.
7. Não pecarás contra o futuro.
8. Não furtarás das novas
gerações o direito de sonhar.
9. Não cobiçarás ou porás
obstáculos às ideias do próximo.
10. Não fugirás do ensino, mas,
bem ao contrário, contribuirás
para a melhoria de sua qualidade.
PARABÉNS PELO SEU DIA
" PROFESSOR"
sobre todas as coisas e os alunos
como a ti mesmo.
2. Não dirás nem tomarás
a palavra utopia em vão.
3. Não ignorarás as tecnologias
da informação s da comunicação
nem os modos de agir na
Sociedade do Conhecimento.
4. Horarás o mundo real e,
principalmente, o realismo.
5. Não matarás as esperanças
de todo o país.
6. Não prestarás atenção ás
falsas ou injustas insinuações
do mercado e da política.
7. Não pecarás contra o futuro.
8. Não furtarás das novas
gerações o direito de sonhar.
9. Não cobiçarás ou porás
obstáculos às ideias do próximo.
10. Não fugirás do ensino, mas,
bem ao contrário, contribuirás
para a melhoria de sua qualidade.
PARABÉNS PELO SEU DIA
" PROFESSOR"
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
DIA 21 DE STEMBRO DIA DA ÁRVORE
Hoje é o dia da árvore,
Colegas do coração,
E eu vou dar a vocês
Uma boa adivinhação:
Colegas do coração,
E eu vou dar a vocês
Uma boa adivinhação:
Em casa tenho uma árvore
Plantada no meu quintal,
Que dá uma fruta linda,
Como outra não há igual.
Plantada no meu quintal,
Que dá uma fruta linda,
Como outra não há igual.
De ouro é a sua casca
E nasce em pencas, podem crer.
Tão boa, nem tem caroço...
Tudo é para se comer...
E nasce em pencas, podem crer.
Tão boa, nem tem caroço...
Tudo é para se comer...
Não há quem não goste dela,
Nem menino, nem menina,
E o doutor sempre diz
Que tem muita vitamina.
Nem menino, nem menina,
E o doutor sempre diz
Que tem muita vitamina.
Não adivinham, pois não?
A árvore é bem brasileira!
Ah! vou dizer-lhes então:
Bananeira! Bananeira!
A árvore é bem brasileira!
Ah! vou dizer-lhes então:
Bananeira! Bananeira!
Autora: Magdalena Léa
terça-feira, 6 de setembro de 2011
SONHOS DE GLÓRIA
Quando eu crescer...
Hei de ser muito valente.
Das tropas irei à frente,
Com passo nobre e viril!
Diante do mundo inteiro,
Hei de ser um brasileiro
Capaz de honrar o Brasil!
Hei de ser muito valente.
Das tropas irei à frente,
Com passo nobre e viril!
Diante do mundo inteiro,
Hei de ser um brasileiro
Capaz de honrar o Brasil!
Quando eu crescer...
Hei de ser, com orgulho e fé,
Talvez um Tamandaré,
Deodoro ou um Caxias!
Hei de defender, com a vida,
Minha bandeira querida,
Como fez Marcílio Dias!
Hei de ser, com orgulho e fé,
Talvez um Tamandaré,
Deodoro ou um Caxias!
Hei de defender, com a vida,
Minha bandeira querida,
Como fez Marcílio Dias!
Quando eu crescer...
Quero ser nobre e leal,
Morrer por um ideal
Como morreu Tiradentes!
Quero ser um bravo e um forte,
Nunca temer, mesmo a morte,
Como esses homens valentes!
Quero ser nobre e leal,
Morrer por um ideal
Como morreu Tiradentes!
Quero ser um bravo e um forte,
Nunca temer, mesmo a morte,
Como esses homens valentes!
Autora: Magdalena Léa
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
ORAÇÃO DO ESTUDANTE
Mestre e fonte de todos os dons!
Eu te agradeço pela oportunidade de poder estudar!
Estudar é uma dádiva, uma arte, uma trajetória de enriquecimento cultural e de constante desafios, que exigem dedicação e esforço.
Sou um estudante feliz em busca de novos conhecimentos, disposto a sesenvolver meus talentos, seguir uma vocação e percorrer o glorioso caminho da aprendizagem e realização.
Senhor, inspira-me na concentração dos estudos e na frequencia às aulas.
Dá-me sabedoria e prudencia no decorrer dos exames.
Abençoa os meus professores e todos os estudantes.
Conduze-me pelo caminho do bem para prosperar nos meus sonhos e construir um futuro melhor.
Amém!
Eu te agradeço pela oportunidade de poder estudar!
Estudar é uma dádiva, uma arte, uma trajetória de enriquecimento cultural e de constante desafios, que exigem dedicação e esforço.
Sou um estudante feliz em busca de novos conhecimentos, disposto a sesenvolver meus talentos, seguir uma vocação e percorrer o glorioso caminho da aprendizagem e realização.
Senhor, inspira-me na concentração dos estudos e na frequencia às aulas.
Dá-me sabedoria e prudencia no decorrer dos exames.
Abençoa os meus professores e todos os estudantes.
Conduze-me pelo caminho do bem para prosperar nos meus sonhos e construir um futuro melhor.
Amém!
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Mensagem - "A Escola" - Paulo Freire

MENSAGEM
A ESCOLA
PAULO FREIRE
“Escola é...
O lugar onde se faz amigos, não se trata só de prédios, salas, quadros, programas, horários, conceitos...
Escola é, sobretudo, gente, gente que trabalha, que estuda, que se alegra, se conhece, se estima.
O diretor é gente, o coordenador é gente, o professor é gente, o aluno é gente, cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor na medida que cada um se comporte como colega, irmão.
Nada de ilha cercada de gente por todos os lados.
Nada de conviver com as pessoas e depois descobrir que não tem amizade a ninguém, nada de ser como tijolo que forma a parede, indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só educar, não é só trabalhar, é também criar laços de amizade, é criar ambiente de camaradagem, é conviver, é se amarrar nela!
Ora, é lógico...
Mesma escola assim vai ser fácil estudar, trabalhar, crescer, fazer amigos, educar-se, ser feliz”.
A ESCOLA
PAULO FREIRE
“Escola é...
O lugar onde se faz amigos, não se trata só de prédios, salas, quadros, programas, horários, conceitos...
Escola é, sobretudo, gente, gente que trabalha, que estuda, que se alegra, se conhece, se estima.
O diretor é gente, o coordenador é gente, o professor é gente, o aluno é gente, cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor na medida que cada um se comporte como colega, irmão.
Nada de ilha cercada de gente por todos os lados.
Nada de conviver com as pessoas e depois descobrir que não tem amizade a ninguém, nada de ser como tijolo que forma a parede, indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só educar, não é só trabalhar, é também criar laços de amizade, é criar ambiente de camaradagem, é conviver, é se amarrar nela!
Ora, é lógico...
Mesma escola assim vai ser fácil estudar, trabalhar, crescer, fazer amigos, educar-se, ser feliz”.
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